quinta-feira, 30 de junho de 2016

CONTO: O irmão da minha amiga.

Fui pra casa após o almoço e combinei com Ana que eu ia passar pegar o rafa umas 3 da tarde pra ele ir comigo, ela disse que avisava ele. Passei na casa deles na hora combinada, rafa entrou no carro, ele estava lindo e cheiroso, ele usava versace blue jeans, eu curto, fazia frio esse dia, ele vestia um blusão e cachecol, ele me deu um “meio abraço” e partimos, eu precisava ir na Leroy que era longe pra cacete, fomos comprei as amostras que precisava, passei rapidinho em outros lugares e fui na reforma, chegamos la era umas 17:00h, durante esse percurso conversamos coisas normais, não havíamos mais tocado muito no assunto desde o meu aniversário na chácara, então eu estava meio receoso.
Descemos, olhamos a casa, rafa curtia também essa parada de arquitetura e estava ficando muito massa mesmo, falei com os pedreiros sobre as amostras q eu tinha trazido, ficamos ali olhando e os pedreiros já estavam de saída.
A casa tinha ficado com a parte da frente sem mexer, onde tinha uns sofás velhos, guarda roupas, moveis que haviam ficado do antigo morador.
Depois que o pessoal da construção vazou eu e rafa ficamos olhando todos os detalhes que precisavam e estávamos indo embora, mas eu não estava aguentando mais ficar sem beijar aquele menino, quando passávamos pela sala parei e falei: “Rafa”, ele virou pra mim, eu já estava com o batimento acelerado, adrenalina, não me contive e agarrei ele, pra minha tranquilidade ele reagiu da mesma forma ou melhor que eu nesse momento, rafa era mais decidido eu acho, ela sabia o que queria e o que estava fazendo. Nos beijamos muito, eu já tava doido com o pau estourando na calça e ele também, eu sentia q ele estava muito excitado, eu beijava seu pescoço, orelha e ele retribuía passando a mão no meu pau e elogiando ele, virei ele de costas pra mim dei uma bela de uma encoxada, encostei ele contra a parede e fui roçando na bundinha dele e pegando no pau que tava bem duro, era quase do tamanho do meu, um belo pinto por sinal, a gente estava em êxtase total, só que ali além de muito frio não tinha nada de estrutura, eu falei: Rafa, vamos pro apartamento continuar isso e ele topou.
No caminho ele ficou massageando minha pica, não era longe, chegamos logo no apto, eu tinha acalmado um pouquinho, subimos tranquilos pois tinha câmera no elevador e eu não queria me queimar com ninguém, entramos no apto se agarrando, não deu nem tempo de ir pro quarto, caímos no sofá e já fui tirando a blusa dele e minha, aquela sarrada tava maravilhosa, o ap tava quentinho, conforme a gente ia se pegando a gente ia ficando mais quentinho ainda, baixei a calça do Rafa, nisso ele deu uma travada, acho que se assustou, falei pra ele ter calma q eu não ia fazer nada que ele não quisesse, e pedi pra ele relaxar.
Comecei beijando o pau dele por cima da cueca e pegando na sua coxa, ele se arrepiava todo e se contorcia de tesão, beijava seu abdômen, seu peito, ele por inteiro, eu também estava só de cueca essa hora, ficamos nos pegando e eu precisava deixar ele mais a vontade e com mais tesão, parti pra um boquete, não sabia direito fazer, mas como já havia recebido diversas vezes e visto vários pornôs, já tinha ideia. Quando baixei a cueca dele, levantou um pau de uns 17cm, pouca coisa mais grosso na base, bem retinho, não circuncisado bem branquinho com poucos pelos, era um pau deveras gostoso, chupei bastante, e Rafa estava gemendo muito de tesão e se contraindo pra não gozar segundo ele falou. Ele me tirou do seu pau falou: “minha vez”, eu não estava acreditando naquilo, ele começou a chupar muito gostoso, eu tava delirando, eu socava a cabeça dele devagar, eu queria que aquilo não acabasse, ele veio e sentou no meu colo com meu pau no vão da bunda dele e ficou brincando de roçar na bunda, mas ele falou que não estava preparado para transar, mas que queria muito dar pra mim, entendi e falei q não tinha problemas, continuamos num 69 bem gostoso, eu chupava ele e passava o dedo na entradinha do cuzinho dele, que menino cheiroso e gostoso e quanto tesão ele tinha, seu pau estava feito um aço de duro, vi q ele se contorceu seu pau inchou e ele gozou na minha boca socando o pau nela, não demorou 10 segundo não contive o tesão e gozei na boca dele e ele engoliu também e abriu um sorrisão na cara, estávamos exaustos, isso era umas 20:00 quase.
Ana tinha mandando uma mensagem pro rafa perguntando se estava tudo ok, ele respondeu que sim que estava no meu apto e que iria fica mais um pouco la.
Fomos pro banho, junto obviamente, nos agarramos mais um pouco mas não rolou nada muito forte nessa hora. Nos vestimos, nos beijamos bastante, parecia que nós estávamos na seca a anos, eu estava gostando mesmo de rafa e parecia ser reciproco, sentia isso dele também. Nisso saímos comer, passamos no Mc Donalds mesmo, bem bosta né, rs.., e levei ele pra casa.
Nessa hora Rafa me deu um beijo e falou que aquilo parecia um sonho e que ele estava amando muito isso, disse também que gostava muito de mim, falei que sentia o mesmo por ele, retribui o beijo e deixei ele em casa.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

CONTO: Não gozei, Mas adorei( banherão)

 
Essa daqui e fresquinha,aconteceu quarta feira (15/06/16) fui à nova Iguaçu resolver umas coisas e passei na galeria do lado do mercado Guanabara recarregar meu cartão bilhete único. Chegando à fila(por sinal estava grande), um moleque branquinho, gordinho aparentando ter uns 24 anos, ficou me olhando meio desconfiado, de inicio não gostei porque pareceu que ele pensou que eu ia rouba-lo, pela forma com que ele reagiu e me olhou quando cheguei, mais reparei que ele disfarçou olhou pra mim, pra minha rola e pros lados, olhei pra ele e ele abaixou o olhar, pensei, quer saber vou ver qual é a dele, botei o fone no ouvido pra fingir que estava ouvindo musica, coloquei minha bolsa e meu casaco de lado tampando a visão da outra fila, e comecei a apertar meu pau pra deixar duro. Ai que tive a certeza que ele queria rola, ele ficou mais inquieto e olhava mais vezes pra minha rola, a fila foi andando e eu de pau duro na calça, decidi ser mais ousado e abri o zíper e deixei minha cueca branca ficar visível pra ele ver, o moleque olhou pra mim e pra minha calça e se abanou kkkk. Chegou à vez dele na maquina de recarga, depois eu fui, ele recarregou e saiu pra esquerda sem olhar pra trás, pensei: pó nem vai rolar nada, terminei a recarga e olhei pra onde ele foi e ele estava parado olhando pra uma loja lá, fui ate onde ele estava, e parece que estava me esperando, porque quando me viu já se virou, ai perguntei se ali tinha banheiro, ele disse que sim, eu disse pó onde fica não sei andar aqui, ai ele foi andando e eu do lado dele, chagando no banheiro, bem simples e pequeno, uma pia, um mictório de alumino que não tem divisória e uma cabine com um vazo. Parei no mictório e botei a rola pra fora, ainda meia bomba e o gordinho já veio pegando minha pika com vontade e foi apertando, meu pau voltou a ficar duro começou a bater e olhar direção da porta parava toda vez que ouvíamos barulho, dava uma olhada pra ver se não vinha alguém enquanto eu me punhetava, ai voltava a punhetar, que adrenalina, um desconhecido me punhetando num banheiro publico que loucura boa, ficou melhor ainda quando uma dessas vezes que ele foi disfarçar e olhar a porta ele voltou e chupou a cabeça do pau e depois fez uma garganta profunda, puta que pariu que boquinha gostosa e quente, tratei logo de segurar no cabelo dele e foder a boca dele como se fosse um cusinho, e pior que o safado nem engasgou, meu pau e normal 19cm, mais nem todo mundo que já transei conseguiu engolir ele todo. Paramos porque ouvimos barulho, mais não era ninguém, e ele voltou a me punhetar, chupava e lambia a cabeça do meu pau, tava muito bom aquilo que tesão danado dei um apertada na bunda do gordinho, que por sinal que bunda carnuda, ele abaixou a calça, achei que ele queria me dar ali kkk, mais era só pra eu ver. Pensamos em entrar na cabine, mais o muro era muito baixo, ai ele perguntou se eu queria ir ao banheiro do shopping (top shopping) que la era mais tranquilo, fiquei meio pensativo mais aceite, guardei a rola com dificuldade porque estava muito dura, e saímos, primeiro ele depois eu. No caminho nos apresentamos, ele disse que morava ali perto, mais seus pais estavam em casa e não daria pra ser la. Pegamos um ônibus pra chegar mais rápido ao shopping, sentamos la trás e pra nos ajudar o ônibus estava vazio, sentei no canto, e o safado já veio passando a mão na minha rola por cima da calça, falando que eu era gostoso que adorou me chupar, perguntou se gostei a boca dele, eu disse que sim ai ele falou que seu cusinho era bem melhor, nessa hora abri o zíper e botei a pika pra fora o gordinho suspirou e começou a punhetar, eu nem estava acreditando em tudo aquilo que estava acontecendo desde o inicio. Chegamos ao shopping entramos e já fomos para o banheiro, infelizmente não estava vazio, tinha um funcionário limpando as pias, entrei em uma cabine ele na do lado, esperamos ficar tranquilo e o gordinho e veio rápido pra minha cabine, eu já estava batendo uma esperando ele, mal chegou já caiu de boca, a rola foi ficando totalmente dura na boquinha quente dele e aquela adrenalina estava me deixando mais excitado fazendo minha pika ficar mais dura, o banheiro voltou a encher e tive que ficar com um pé em cima do vazo e outro pé quase atrás do vazo, caso alguém olhasse por baixo não ia ver duas pessoas. Voltei a segurar a fuder aquela boquinha, eu sentia minha pika soltar aquele mel de pré-gozo, e o safado apertava a cabeça pra lamber, eu estava com tesão e medo ao mesmo tempo a mamada dele tava muito boa,queria gozar logo pra sair dali antes que desse merda kkk. Fiz sinal pra ele me mostrar a bunda, ele desceu a bermuda e abrir a bunda com as mãos pra eu ver seu cusinho, e que cuzinho lindo rosinha e lisinho, ai que pirei, botei a pika no cusinho dele e fiquei cutucando tipo metendo e como a bunda dele e bem carnuda realmente parecia que já estava metendo nele, alguém entrou na cabine do lado, ai o gordinho levantou a calça e voltou a me punhetar, foi quando olhei pro chão e vi que o movimento da mão dele estava fazendo sombra no chão, mal reparei isso quem estava na cabine do lado, virou o pé pra nossa direção, nessa hora paramos, meu pau ate amoleceu um pouco, não sei por qual motivo a pessoa virou o pé pra nossa cabine, mais ficou assim uns minutos e depois tirou, o gordinho nem quis saber e já voltou a por minha pika na boca, dando vida a cobra de novo, deixou ela durona só lambendo rápido a cabeça, voltei a fuder aquela boquinha gostosa, ele me punhetava com força minha rola pra eu gozar, só que quanto mais ele batia, mais eu queria e o gozo não vinha, nisso teve mais um novo barulho na cabine do lado, ai o gordinho decidiu sair porque estava ficando muito arriscado, ele saiu e eu tranquei de leve a porta e esperei quem estava ao lado sair, e esperei mais um pouco e sai, nisso sai de cabeça baixa, mais reparei que tinha um cara no mictório em frente as cabines que me olhou desconfiado, lavei a mão e sai, o gordinho sai depois e saímos do shopping antes que desse merda, la fora ele disse que queria muito me ver gozando e adorou meu pau, lamentamos o banheiro estar cheio, ele me deu seu numero pra eu passar um zap pra marcar algo, ele foi para um lado e eu pro outro. Apesar de não ter gozado, estava feliz pela experiência,sempre lia aqui no site e me dava tesão, mais nunca achei que ia acontecer comigo,cheguei em casa tomei banho almocei e depois fui bater uma punheta lendo os contos pra poder tirar o leite preso, e ti falar, esse gordinho ia se fartar, porque eu gozei muito viu kkk.

terça-feira, 28 de junho de 2016

CONTO: Casado safado


Sou moreno, 1.75 x90 kg, gordinho sem exageros, cabelo preto, poucos pelos, rabão liso, 40 anos. Sou discreto e sigiloso, mas viro uma putinha na intimidade para machos bem safadões. Moro em macaé, litoral norte do estado do Rio de Janeiro.
        Este conto começou na semana passada, dia 13/06. Acordei num tesão danado, doido pra dar bem gostoso. Entrei no bate papo da minha cidade e logo vi o nick “Desembarcando hj”. Puxei assunto e logo foi correspondido. Se tratava de um macho casado que estava desembarcando de uma das plataformas aqui de Macaé. Ele mora em Campos dos Goytacazes, cidade vizinha aqui da minha. Conversamos, nos apresentamos e de cara gostei de sua apresentação. Moreno, 27 anos, magro, ativo, pau de 20 cm grosso. Pirei, Marcamos o horário e fui buscá-lo no aeroporto na hora combinada. Logo partimos para o motel.
        Chegando lá ele estava realmente com muita vontade de fuder um cuzinho guloso, me pondo pra mamar seu pau deliciosamente, onde fiquei aproximadamente 15 minutos me deliciando com aquele piruzão lustroso, chupava a cabeça, enfiava tudo na boca, deslizava a língua pelo membro, chupei muito aquelas bolas, até q senti que ele estava preste para gozar, perguntei se ele queria que eu parasse, pois queria sentir aquele cacetão em meu cu, mas ele disse que queria gozar na minha cara, ae acelerei minha mamada e logo veio aquele gozo farto, várias jatadas em minha cara, deixando-a totalmente lambrecada.
        Logo pensei que terminaríamos por ali, mas ledo engano. O pau continuava duro como rocha. Limpei meu rosto e me pus a mamar aquela piroca de novo. Em 5 minutos meu macho casado já estava encapando o pau e me ponde de 4 na beirada da cama. Cuspiu deliciosamente no meu rabo, e em pé na beirada da cama começou a me comer bem gostoso. Sentia aquele pirocão explorando o meu buraquinho, ele enfiava e tirava tudo de uma vez só, me fazendo ir ao delírio. Depois me colocou de frango assado, também na beirada da cama, e continuou com as madeiradas bem no fundo do meu reto. Socava com bastante força. Ainda ficou deitado na cama enquanto eu o cavalgava sentido seu piruzão ir bem no fundo do meu canal anal, uma delícia. Após aproximadamente uns 40 minutos levando ferro no cu, me pôs ajoelahado no chão e gozou novamente. Agora dentro da minha boca, me fazendo engolir toda aquela gala cremosa. Foi maravilhoso.
        Depois disso o deixei na rodoviária, onde ele retornaria para sua cidade. Trocamos cel. espero que ele me procure quando voltar à Macaé para repetirmos essa deliciosa saliência. Beijos para todos.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

CONTO: O motoboy e o amigo


Desde quando conheci meu motoboy morenão, isso em março de 2016, venho dando constantemente para ele, ao menos 2, 3 vezes ao mês. Vou a sua casa, ou vamos ao motel, já dei na praia, na cachoeira, uma delícia. Ele é bem safadão, do jeito que eu adoro, e me fode muito bem.
        Em maio estava dando bem gostoso para ele em sua casa, quando a campainha toca, ele pede para fazer silêncio, mas a moto denunciava que tinha gente em casa, e o pior, nem tinha como eu me esconder, pois a casa é um conjugado. O celular toca altíssimo, denunciando mais ainda. Meu motoboy gostoso atende e um amigo, também motoboy, diz que esta em frente a sua casa e precisa conversar urgente com ele. Nos recompomos e ele atende a porta na esperança de resolver o assunto na rua, mas o amigo quer mijar e ao entrar me vê sentado no sofá com cara de boa samaritana, rsrsrsrs, e logo percebe o que esta ocorrendo, disfarça, me cumprimenta e logo volta pra rua para terminar o assunto. Passando cerca de 5 minutos, meu motoboy entra perguntando se eu não queria dar para o seu amigo também, pois ele havia percebido e tocado no assunto e meu amante confirmou que me come sim, mas que era pra deixar isso quieto. Ele retruca e disse que nada haver, que de vez em quando ele comia uns cuzinhos também. Foi quando surgiu a proposta. Eu fiquei ressabiado, mas aceitei. Quando os 2 entram em casa, e a gente meio sem saber por onde começar, até que eu tomo a iniciativa e ponho o pau do meu motoboy pra fora e começo a mamar na frente de seu amigo, que nos observa, apertando seu pau por dentro da calça.
        Ao mesmo tempo que chupava um, peguei no pau do outro e o pus pra fora da calça, quando me deparei com um cacetão enorme, enorme mesmo, tipo 23 cm, grossão, veiúdo. O motoboy 2 é branco, peludinho, com leve barriguinha, uns 30 anos, uma delícia. Alternava as mamadas nas duas pirocas até que meu motoboy oficial me pôe de 4 no chão na beirada do sofá e enfia o pau no meu cu. Nessa hora quase fui ao delírio, com um pau no cu e outro na boca, estava uma delícia, até que meu motoboy tira do meu rabo e goza na minha boca, deixando vago meu rabo pra levar torada do pauzão de 23 cm do amigo, que enfia tudo de uma vez e fica brincando por uns 20 minutos, até explodir num gozo farto em minha cara. Meu motoboy foi conferir o “estrago” que o amigo fez no meu cu, e não resistiu e meteu de novo, socou bastante, mas não chegou a gozar novamente. Ao desengatar o amigo, já de pau duro de novo volta a meter, mas eu já estava com o cu ardido, de tando dar, ele socou uns 5 minutos, mas pedi para ele parar, pois ja estava me incomodando, ele então toca uma punheta e goza dentro de minha boca. Nooooossa, como eu gostei de dar para 2 . Depois desse evento já dei outras vezes para o meu motoboy, mas sem a participação do amigo. Ehhh saudade!!!!

domingo, 26 de junho de 2016

CONTO: O patrão machão me comeu, e quis me dar o rabo tambem


Trabalhava já fazia 5 anos numa pizzaria e me dava muito bem com o dono. Aos domingos depois que fechávamos, tínhamos o costume de tomar umas cervejas , comentar da semana, trocar ideias e claro falar das fofocas, principalmente de mulheres. Normalmente ficávamos até umas duas horas e se bebíamos muito, tinha no segundo andar, 2 quartos que dormíamos caso não tivéssemos condição de dirigir.
             O dono se chamava Sérgio, tinha 50 anos, separado com 1 filho de 25 anos que morava com a mãe dele em São Paulo. Eu era recém separado e me dava muito bem com ela. Como eu falei nos contos anteriores, tive uma vida sexual bem ativa e liberal com minha ex, gostava muito quando ela me comia com um consolo que ela tinha, mas tive também algumas experiências homossexuais que foram muito gostosas. Para mim eram apenas sexo, pois eu gostava e ainda gosto é de mulher. O grande problema eram as recaídas pois sinceramente nada substitui um pênis de verdade, a sensação de ser dominado, o prazer de dar prazer a outra pessoa, enfim as sacanagens, e naquele momento eu estava passando por esse período, só não sabia como resolvê-lo.
                      Tive uma grata surpresa numa semana em que meu patrão, Sergio começou a agir de forma estranha comigo, parecia que ele me cantava, soltando piadinhas tipo, que bundinha gostosa, pernas bonitas, acho que vc gosta de linguiça grande e etc.... Falava logico somente para mim, sem a presença de nenhum funcionário e depois começava a rir. Aquilo me deixou desconfiado, mas esperei até o próximo domingo, pois sabia que ele me contaria o porquê dessas cantadas.
                  No domingo como todos os outros, após o fechamento da pizzaria, começamos a beber e falar do movimento e das curiosidades da semana. Quando já estávamos bastante alegres pelo efeito da cerveja, resolvi comentar sobre as gracinhas que ele tinha dito pra mim durante a semana . Ele se calou, e de repente se levantou e foi para o banheiro. Achei estranho a atitude dele, e quando voltou , levei um susto , ele estava totalmente pelado. Fiquei sem reação, ele se sentou na mesa e olhando pra mim me disse:
             - Há tempos que venho reparando em você, essa bundinha arrebitada, essas pernas torneadas, essa sua forma delicada de falar, eu tenho experiência de vida, e não me engano, se você ainda não experimentou dar essa bundinha, com certeza você quer provar, e essa é a sua oportunidade.
                   Se levantou e segurando sua pica, bem perto da minha boca, ficou se masturbando bem devagar, espremeu a cabecinha dela, pegou um pouco de porrinha que saia, e passou sou nos meus lábios, com a mão forçou minha cabeça em direção daquele mastro e me pediu pra que chupasse ele bem gostoso. Fiquei paralisado com aquela cena, vendo aquele pau durinho cheio tesão com aquela porrinha que saia, não deu pra aguentar. A vontade que eu fiquei de engolir novamente e sentir o gosto sacana de esperma, foram maiores que as minhas preocupações, com o que ele poderia pensar ao meu respeito.
                  Me aproximei mais, fiquei fazendo um carinho naquele saco que logo fez seu pau levantar de tesão. Devagarzinho fui chupando introduzindo seu pau na minha boca, sorvendo aquele liguido melado e salgadinho. Como seu pau não era grande, uns 14 cm, deu pra colocar ele todo na minha boca. Que delicia era sentir e escutar seus suspiros de prazer, dizia que estava bom demais, elogiava a minha boca e implorou pra que eu fizesse logo um boquete gostoso pois ele estava sem gozar há muito tempo. Comecei então a chupa-lo com maior prazer. Colocava ele todinho dentro da boca e tirava vagarosamente fazendo pressão com meus lábios naquela piroca deliciosa. Cada vez que entrava, ele suspirava me chamando de gostoso, de putinha, de viadinho e até de corno. De repente ele segurou minha cabeça e começou a meter forte e rápido na minha boca , aquela pica dura e melada entrando forte me deu tanto tesão que eu comecei a me masturbar vigorosamente, e quando escutei ele gemendo e depois gritando que estava vindo e que não estava aguentando mais, me senti invadido com aquela quantidade enorme de esperma quente e grosso em toda minha boca, não me segurei mais e gozei como nunca gemendo de prazer enquanto engolia aquele suco de pica delicioso aos poucos.
                        Quando acabamos, ele se levantou, me chamou de putinha gostosa e disse que era pra eu ir pro quarto que ele estava doido pra arrombar todo meu cuzinho apertadinho, e me fazer bem feliz. Já sabendo o que me esperava, juntei a minha porra e o que restou da dele na minha boca, lambuzei e lubrifiquei bem meu cuzinho enquanto seguia ele, fui tirando e largando toda minha roupa pelo caminho em direção ao seu quarto. Quando entramos ele me segurou pelos cabelos com força, deu uns tapas na minha cara , me deitou na mesa de barriga pra baixo e disse:
                     - Abre bem essa bundinha com as mãos que eu quero ver esse cuzinho rosinha e gostoso que eu vou meter minha pica e fazer você gritar de prazer .
                Fiz o que ele mandou e pra deixar ele doidinho, comentei com ele que, como ele sabia que eu tinha o cu gostoso se ele nunca tinha provado. Aquilo deixou ele alucinado, me deu uns tapas na minha bunda, encaixou aquela pica quentinha na minha portinha e falou vou provar agora e te arrombar todinho, seu gayzinho abusado. Forçou um pouquinho e logo invadiu meu cu deixando entrar quase metade daquela pica deliciosa. Doeu um pouquinho, mas dava pra suportar, eu realmente estava louco de vontade de sentir ela entrar toda dentro de mim. Então comecei a incentivá-lo, e disse:
             - Vem Sergio mete gostoso nesse cuzinho que agora é só teu, me fode bem devagar, que eu quero sentir essa pica me arrombando gostoso, vem meu macho enfia tudinho que sou sua putinha e quero ser toda sua , quero sentir seu leitinho entrando e me melando todo por dentro
             Acho que foi demais pra ele, o homen virou um animal e começou e meter rápido e bem forte. Me dava tapas na cara com força enquanto falava:
             - Eu sabia que você gostava seu viadinho , putinho sem vergonha , toma pica que é o que você mais gosta. Eu acho que não vou aguentar mais, teu cuzinho é muito apertado . Tá chegando gostoso, eu vou gozar nesse teu cu arrombado
Aiiii.
               Senti seu pau crescer dentro do meu rabinho e numa estocada forte, ele gozou gostoso e forte dentro de mim. Que delicia, eu também não aquentei me masturbei bem rápido e gozei deliciosamente, sentindo aquela pica entrando e saindo toda melada fácil e gostoso no meu rabo.
                   Ele tirou seu pau do meu rabo e fomos direto pra cama, ele deitou exausto. Meu cu estava todo melado, saindo porra daquela foda deliciosa, doía um pouco mas não incomodava tanto, devia estar todo aberto. Ao lado , Sergio já roncava, ambos estávamos cansados e realizados. Dormi então um sono bem gostoso.
                   Acordei sentindo seu pau tentando abrir e entrar no meu cuzinho. Fingi que continuava dormindo mas ele cutucava e não conseguia meter, entrava nas minhas coxas, resvalava pra cima, mas no entrar no meu buraquinho nada. Sentindo que ele já estava ficando impaciente e eu também, segurei seu pênis, encaixei ele bem na minha portinha e empurrei meu corpo forte pra trás . Como meu cuzinho continuava todo melado, a cabecinha dele entrou fácil . Aproveitei e lhe disse que ele era ruim de acertar num buraco. Ele riu e aproveitou e meteu de uma vez sua pica inteirinha dentro do meu cu. Foi tão gostoso que eu falei que aquilo era uma delicia. Eu estava de lado, por isso a sensação foi muito boa. O importante é que já acordei bem excitado, meu pau estava durinho sentindo aquela pica mexendo gostoso no meu cu. Ele falou que não tinha aguentado de tanto tesão, vendo a minha bunda gostosa a disposição. Disse também que passou o dedo no meu buraquinho e sentindo ele todo molhadinho, quis me comer de novo, e eu dormindo, aumentava mais aquele desejo. Aproveitou me virou ficando por cima, como continuava engatado no meu rabo, enfiou um travesseiro debaixo de mim, deixando minha bundinha mais empinada ainda, e começou a meter bem forte, mandando eu rebolar igual uma putinha safada. O Sergio em cima de mim enfiava forte e suspirava , gemia de tanto prazer cada vez mais alto e logo senti seu gozo quente invadindo novamente meu rabo. Os movimentos que fazia começou a me excitar muito também, meu pau duro ficou esfregando entre o travesseiro e o colchão. Foi tão gostoso que eu gozei sem usar as mãos. Uma delicia , eu me sentia uma putinha dando pro meu macho, que foda gostosa. Aos poucos os movimentos foram diminuindo até que parou, e comecei a morder sua piroca com meu cu. Cada vez que mordia ele gemia dizendo que aquilo era muito gostoso.
                   Me mandou fazer o café enquanto ele ia tomar banho. Fiquei olhando pra ele com aquele pau maravilhoso que ainda continuava semi duro, me aproximei , segurei no seu pau meladinho e lhe disse sussurrando no seu ouvido:
                   - Vai delicia, lava bem essa pica que eu ainda quero colocar ela todinha dentro da minha boquinha e beber esse leitinho quente e gostoso de novo. Vou deixar seu pau limpinho.                     Ele apertou e deu um tapa na minha bundinha e me chamou de viadinho safadinho, e foi tomar banho.
                         Mal ele saiu do banheiro, deitou na cama e me chamou pra beber seu leitinho. Me ajoelhei no chão peguei seu pau fiquei masturbando ele vagarosamente enquanto lambia seu saco. As vezes subia e dava uma chupadinha naquela cabecinha meladinha. Voltava a chupar seu saco e ia com a língua até períneo, perto do seu buraquinho e ficava lambendo delicadamente. A reação dele foi espontânea, gemeu de prazer é claro, disse que aquilo era muito gostoso e levantou as pernas me oferecendo aquele cuzinho virgem. Aproveitei, subi na cama, me deitei de lado , ele se virou também, entrei com a cabeça entre as suas pernas e comecei a lamber aquele cuzinho cheirosinho. Ele gemia de prazer, mas quando eu forcava pontinha da minha língua naquele buraquinho, ele se contorcia e até rebolava um pouco.
                         Quando senti que ele já estava louco de tesão, fiquei em cima dele, passei meus dedos naquela piroca cheia de porrinha, lubrifiquei seu cofrinho, comecei a fazer um boquete delicioso, enfiando aquele mastro todinho na minha boca. Senti que ele abria mais as pernas, levantava o corpo demonstrando a vontade de ser possuído por trás. Comecei então a enfiar meu dedinho vagarosamente naquela portinha que abriu fácil deixando entrar todo meu dedo indicador. Aproveitei e comecei a fazer uma massagem bem delicada na sua próstata. Como ele começou a rebolar novamente em sinal de aprovação, enfiei outro dedo já querendo alargar seu anelzinho, com a outra mão guiei meu pau pra sua boca, que aceitou e começou a suga-lo ferozmente. Era difícil de acreditar que estávamos fazendo um 69 maravilhoso. Aquilo estava incrível, gostoso demais. Aquele macho que tinha me possuído de todas as formas possiveis, estava dando uma de mocinha virgem comigo, agora era a minha vez de tirar o cabacinho daquele cofrinho lacrado.
                            Me levantei , fiquei de frente pra ele, levantei suas pernas bem pro alto, me deitei sobre ele, dei um longo beijo, enfiando minha língua dentro da sua boca. Fiquei com a mão esfregando minha pica que de tão molhada que estava de tesão lubrificava aquela portinha doida pra ser arrombada. Ele já estava tão alucinado pra dar aquele rabinho, que nem pediu pra ser carinhoso, implorou pra que eu metesse logo que ele queria sentir uma pica de verdade tirando o cabacinho dele. Não pensei em mais nada, ele queria me dar gostoso e eu queria comer aquele cu apertadinho e gozar gostoso também dentro dele.
                            Encaixei minha cabecinha naquela portinha e fiquei forçando. Ela era tão fechada que não queria se abrir, pedi que ele forçasse pra fora como fosse soltar um pum, deu certo seu cu abriu e entrou toda a minha cabecinha. Ele deu um grito de dor e eu parei. Ele implorava pra eu tirar, mas fiquei parado dizendo que era normal e que rapidinho seu buraquinho ia se acostumar e parar de doer. Ele parou de reclamar e eu tirei, mas rapidinho enfiei de novo colocando quase metade do meu pau lá dentro. Senti que apesar da dor , ele tinha gostado, tirei ele todo novamente e quando enfiei , entrou tudo de uma vez. Ele suspirou de prazer, perguntei se queria que fudesse ele gostoso. Confirmou com a cabeça, mas me pediu que fosse delicado pois queria sentir muito prazer, sem dor.
                                  Fiquei em pé, puxei ele mais perto de mim e segurando suas pernas no alto, comecei e enfiar e tirar vagarosamente. Que delicia seu cuzinho era muito apertadinho, me deixava louco de vontade de gozar, mas aquentei o quanto pude. Comecei a masturbar ele também bem devagar, parece coincidência, começamos a sentir que o gozo estava chegando ao mesmo tempo, e ele veio bem devagar, dando tempo ir curtindo essa louca vontade de gozar por inteiro. Que delicia que era sentir aquele prazer chegando aos poucos e cada vez mais forte, até que não aguentamos mais , liberamos e gozamos juntos gritando de prazer. Enchi o cuzinho dele de porra com ele dizendo que era muito bom dar o rabinho, enquanto ele melava minha mão de esperma
                                  Acabamos, eu me ajoelhei de novo no chão e dei aquela chupada no pau dele sorvendo toda aquela porra quente e grossa daquele pau ainda durinho, e da sua barriga. Me deitei em cima dele e ficamos nos beijando transferindo porrinha em nossas bocas meladas. Uma cena linda de pura sacanagem.
                              Após tomarmos um banho gostoso, cada um ensaboando o outro bem gostoso, preparei um café e então ele me disse que além de gostoso eu era uma pessoa muito pura, e não merecia o que ele tinha aprontado, e que estava muito arrependido. Pedi que me contasse o porque dessa declaração pois eu não estava entendendo nada. Ele então me contou que tinha transado com a minha ex mulher, e que tinha sido ela que lhe tinha dito que eu gostava as vezes de sentir um consolo no meu rabinho. Isso tinha deixado ele cheio de vontade de me comer , pois havia algum tempo que reparava meu corpo e ficava cheio de tesão em mim, só não sabia como eu reagiria numa possível cantada dele . Fiquei feliz com aquela declaração, mas fiquei decepcionado com ela , pois tínhamos combinado que nunca contaríamos nenhum dos nossos segredos. Ainda bem que tinha sido com ele, e que tinha resultado naquela foda que seria inesquecível pra mim, e principalmente pra ele, pois tinha sido a primeira vez, e como se diz, “A primeira vez, a gente nunca se esquece “ .
                                    Mudei de assunto e perguntei a ele se tinha valido a pena. Me disse que nunca esperava que eu fosse dar a ele tanto prazer, fazia muito tempo que ele não gozava tanto e daquele jeito tão gostoso e agora ele tinha sentido o porquê de eu gostar de dar a bundinha. Aquilo tudo tinha sido uma delicia. Concordei e comentei em tom de piada, daquele macho que tinha até me dado uns tapas quando me comeu e agora, estava todo delicado com cu aberto e cheio de porra gemendo de felicidade. Rimos muito e selamos a nossa amizade.
                                  Claro que continuamos até hoje nos encontrando e fazendo um sexo gostoso. Trabalho noutra empresa, moro sozinho, tenho minhas namoradas, mas sempre que tenho vontade de sentir uma pica metendo gostoso no meu cu, levando uns tapas na cara, ligo pra ele e sei que ele também vai estar me esperando cheio de tesão e vontade de me dar carinhosamente o seu rabinho semi virgem.

sábado, 25 de junho de 2016

PAUZUDOS METENDO GOSTOSO

CONTO: O vizinho peludo


Ricardo era um homem extremamente peludo. Um moreno bronzeado e atlético com cabelo e cavanhaque preto, boca carnuda e belos dentes. Os pelos que cobriam seu corpo todo eram excessivamente negros. Por correr todos os dias na praia possuía peitoral, braços, abdômen e pernas definidas. Deveria ter no máximo 40 anos. Eu tinha 25.
Morávamos no mesmo andar e por isso o encontrava frequentemente no elevador e na maioria das vezes o filho da puta estava somente de sunga. Nunca em toda minha vida mentalizei tanto para que um elevador enguiçasse, só pra ter o prazer de ficar preso com aquele pedaço de mau caminho. Ele era solteiro mas a rotatividade de belas mulheres em seu quitinete era imensa, mas também não seria diferente, pois Ricardo era um homem muito gostoso, viril e másculo. Meu apartamento era do lado do dele e algumas vezes cheguei a ouvir os gemidos das fodas que vinham de lá e pensava: "essa dai se deu bem!"
Morar em quitinete tem lá suas vantagens, mas no alto verão era impossível fazer comida sem deixar a porta aberta para entrar uma corrente de ar, pois ventilador nenhum amenizava aquele bafo quente. Como meu apartamento era o primeiro depois do elevador via todos que passavam pelo corredor. Estava somente de short preparando o almoço, tomando uma cervejinha e ouvindo Cássia Eller quando ouço Ricardo em pé na porta:
- Porra, que cheirinho bom...
Pelo seu tom de voz percebo que ele está alcoolizado
- Opa, eae cara, beleza? Se quiser tem o suficiente pra nós dois. A cerveja é que tá acabando...
- Sem stress. Cerveja é o que não falta na minha casa. Deixa comigo.
Na real eu achei bem estranho aquele comportamento, pois na maioria das vezes ele sempre era sério e calado. Mas com o passar do tempo fui aprendendo que o álcool muda 99,9 % dos heteros. Logo ele volta com uma caixinha de breja, e falo pra ele ficar à vontade pois quem traz bebida em casa sempre é bem vindo. Ele dá uma boa gargalhada e abre uma latinha. Enquanto terminava o rango ficamos conversando sobre todo tipo de amenidades: temperatura, música, atividade física, futebol... parecíamos dois "brothers". Ele muitas vezes durante a conversa se desculpou por nunca ter sido simpático antes, mas disse que era seu jeito de ser. Típico papo de bêbado, rs.

Uma hora ele pediu pra mijar e fiquei bem excitado ouvindo aquele jato forte batendo na água, imaginando o belo cacete da onde saia tanta urina. Almoçamos e continuamos enchendo a cara e devo dizer que Ricardo muito mais do que eu. Aproveitei uma hora que fui no banheiro e fechei a porta do apê, assim poderia por algum plano em ação pra cair de boca naquele macho. Optei pela opção mais manjada, mas também a mais certeira: DVD de filme porno. E é óbvio que escolhi um heterossexual, não queria assustar meu vizinho. Ele aprovou a ideia afirmando que tava na seca pois não comia nenhuma vadia há uns 5 dias, e ver um filme de putaria era sempre bom pra desopilar as tensões. Escolhi um filme com o Rocco Siffredi porque ali a sacanagem é "hardcore". Em poucos minutos de filme já dava pra perceber um belo volume se formando por debaixo do short dele. Empolgado com as putarias do vídeo, Ricardo começou a contar suas experiências sexuais, e eu o incentivava a se soltar mais. Quando a atriz estava sendo fudida na boca pelo cacete imenso do Rocco, meu vizinho diz:
- Cara, não tem coisa melhor do que comer uma boquinha gulosa. Você não acha?
Eu incentivado pela cerveja, disse sem medo de ser feliz:
- Pô, com certeza é uma delícia. Mas vou te ser bem sincero, engolir um cacete até o fundo da garganta me dá um tesão da porra também...
Ele aperta a rola e fala:
- É mesmo? Tu curte um cacete? E tu guenta levar pau na boca assim? Como se fosse uma bucetinha...
- Opa, curto muito cara. Quer ver?
- Quero ver não. Quero provar - e põe o caralho duro pra fora.

Eu fico de joelhos e tiro seu short e fico alguns segundos admirando aquele monumento de macho completamente nu na minha frente. Sua virilha e saco eram naturalmente peludos como o restante do seu corpo, e do meio daquele matagal negro de pelos um pau de uns 20 cm roliço e veiudo. Eu apoio minhas mãos em suas coxas que parecem duas toras de tão musculosas e caio de boca sem cerimônia naquela pica. Ele solta um longo gemido e engulo tudo sentindo o cabeção encostando nas amígdalas. Ele põe a latinha de breja no sofá, estica as pernas deslizando seu corpo pra frente, segura minha cabeça com as duas mãos e fala:
- Agora vamo ver se esse viadinho guenta ser fudido na goela.
E começa a mexer o quadril socando seu cacetão sem dó no fundo da minha garganta. E devo confessar: adoro quando um macho faz isso e literalmente fode minha boca. Ele revezava seu olhar entre o filme e meu rosto, socando sem piedade, me fazendo em alguns momentos me engasgar e babar feito um louco. Às vezes tentava fugir empurrando seu corpo com as mãos, mas ele era muito mais forte.

- Você não falou que aguentava? Então toma seu puto! E nem pense em encostar os dentes na minha rola, continua mamando como você tá fazendo.
Logo em seguida levo um tapa na cara. Com uma das mãos puxa meus cabelos e com a outra segura firme na rola dura e começa a bater no meu rosto.
- Você não gosta de rola? Então toma rola seu viadinho...
E soca novamente na minha garganta. Meu pau está completamente duro de tesão e meus gemidos são abafados por aquele pedaço de carne grossa e quente. Depois de mamar e engolir bastante aquele caralho, Ricardo me levanta, me vira de costas, puxa meu short e dá uma série de tapas na minha bunda.
- Fica de quatro na beira da cama porque o "papai" aqui vai estourar umas pregas - e balança a rola.
Antes de ir pra cama aproveito e pego no armário camisinha e KY pra poder aguentar numa boa aquele pau todo no cu. Ele vem caminhando até a beirada da cama e eu como um cachorro no cio vou de quatro com a boca até aquele cacete. Passo lubrificante em dois dedos e vou enfiando no meu rabo. Ricardo fica bem louco ao me ver naquela posição engolindo seu pau e socando meus dedos no cu.
- Mais é uma vadia mesmo. Se tivesse outra rola aqui você dava conta das duas, né sua puta? - e mais um tapa na bunda - Não fica alargando muito não, pois quem vai alargar esse cu é o meu pau!
Enquanto ele abre a camisinha e encapa seu cacete, viro meu rabo em sua direção. Ele bate a rola na entrada do meu cu, dá dois tapas e diz:
- Na goela já vi que você aguenta, agora vamos ver se o cu é tão bom quanto a boquinha.
Dá umas pinceladas e sinto o peso daquele caralho sobre minha bunda. Diversas vezes ele tira e põe a cabeça daquele pau laceando meu cuzinho. Ele quando percebe que o buraco está se abrindo cospe lá dentro.
- Tô sendo bonzinho porque é só o começo, não pensa que vai ser assim o tempo todo - e outro tapa na bunda.

Ele me segura forte pela cintura e sem aviso soca sua rola. Eu dou um belo grito levantando a cabeça, curvando as costas e travando o cu. Ele dá outro tapa no meu rabo.
- Relaxa e não fecha o cu que ainda tem mais rola pra entrar... relaxa! Isso solta o cuzinho... você não me provocou porque queria levar rola de macho? Então, é assim que macho come cu...
Eu volto a abaixar a cabeça e empino meu rabo, rebolando e tentando relaxar naquele cacete grosso e quente.
- Isso putinha empina bem essa bunda e trabalha no meu pau. Isso... porque eu só vou sair daqui depois de arregaçar seu cu.
Nisso dou outro grito pois sinto seus pentelhos e saco encostando em meu cu. Agora o safado estava todo dentro de mim, e como um cão no cio começa a esfregar seu quadril contra meu rabo e me puxa contra seu corpo.
- Você tá com 20 cm de cacete atolado no rabo. Mais um pouco e entrava com as bolas e tudo... que delicia de cuzinho quente que você tem...
Mesmo gemendo de dor já começo a sentir o prazer que aquele caralho me proporciona. Contraindo e apertando cada parte daquela rola com meu cu.
- Que vadia safada. Você gosta de rola mesmo, né? Cara, nunca entendi como vocês viados podem ser tão fissurados em pica. São tão fissurados que aguentam um tronco arrombando o cu e mesmo assim dão de pau duro.
- A gente sente tesão no cu!
- Vocês tem é fogo no rabo! - outro tapa.
Ricardo puxa o pau inteiro pra fora. Eu me sinto oco por dentro, e dou outro grito. Ele abre com as mãos meu rabo e dá uma boa cuspida cu adentro.
- É tanto fogo que você precisa é disso... uma mangueira!
E soca tudo de uma vez. Ele fica assim tirando e pondo por um bom tempo. Meu cu devido a pressão do ar faz aqueles barulhos como peido, eu e Ricardo vamos a loucura. Depois de um tempo ele apoia sua perna esquerda na cama e mete mais profundamente. Eu solto outro berro e peço para que ele me foda com mais calma.
- Então, se eu te fuder assim - mete lentamente - eu vou demorar umas três horas pra gozar. Agora se eu meter assim - soca violentamente - eu gozo mais rápido. O que você prefere? Assim lento ou assim - e bomba bem forte.
O filho da puta fica judiando do meu cu por longos minutos. Eu completamente entregue aquele macho peço por mais e mais rola. Ricardo sobe a outra perna na cama e monta em minha bunda, apoia suas mãos em minhas costas me empurrando contra o colchão deixando somente meu rabo apontado para o teto. E assim, como um touro, ele mete pica com mais estocadas fortes e profundas. Fico alguns segundos com o rosto grudado no colchão abafando meus gemidos, quando viro a cabeça vejo seu pé de tamanho 42 bem próximo e instintivamente caio de boca em seu dedão, chupando enlouquecidamente.
- Que delícia! Você definitivamente é uma das melhores vadias que já comi na vida...
Nessa hora começo a sentir algumas gotas quentes de suor caindo sobre minhas costas. E prevendo o espetáculo que viria daquele peitoral e abdômen peludos, peço pra ele me comer de frango assado. Ele tira o cacete, me vira e levanta minhas pernas apoiando meus calcanhares em seus ombros. Ele mira sua rola no meu cu e soca de uma vez. Nessa posição posso ver seu rosto de safado e seu olhar de admiração observando seu próprio pau alargando meu rabo. E eu posso admirar seus músculos se retesando e a dança dos movimentos que seu corpo faz enquanto me come. Esses pequenos detalhes que podem passar despercebidos para algumas pessoas pra mim são imensos impulsos de excitação. Não demora muito e logo o espetáculo que previ se concretiza: de repente uma chuva de suor começa a cair sobre o meu corpo, molhando meu pinto, barriga e peito. Ensandecido de prazer deslizo minhas mãos sobre meu corpo e lambo seu suor em minhas mãos. Em êxtase rebolo meu quadril naquele caralho e acaricio seu peito e abdômen peludos. Que homem quente! Uma verdadeira explosão de testosterona! Seu suor escorre por toda parte esquentando ainda mais aquela foda enlouquecedora. Eu percebendo meu gozo, aviso:
- Mete assim meu macho, não para que eu vou gozar com esse cacete enterrado no meu cu... vai, isso... delicia de homem! Puta que pariu... me fode assim... isso!
E remexendo meu quadril, e sem encostar no meu pau, gozo urrando e soltando longos jatos de porra que melam meu corpo todo. Ricardo parece não acreditar no que vê, e acho que satisfeito do prazer que me proporcionou deita seu corpo sobre o meu e me beija profundamente, sugando minha língua e mordendo meus lábios. Eu fico ao mesmo tempo perplexo e feliz de sentir o gosto de sua boca. Eu o abraço forte, acaricio suas costas e cruzo minhas pernas sobre sua lombar. Ele com bombadas decididas começa a tremer o corpo e gemer. E com estocadas fundas vejo aquele macho urrando e sinto seu pau pulsando enquanto enche a camisinha de leite. Ele cai de lado extasiado com a respiração acelerada. Eu agora sabia na pele o porque aquelas mulheres gemiam tanto quando davam pra aquele homem. Ele tira e dá um nó na camisinha, e me pergunta:
- Onde eu deixo?
- Deixa em qualquer lugar...
Ele solta no chão do lado da cama. Levanta, vai em direção ao sofá, veste seu short e dá uma golada na cerveja quente que deixou por ali. Eu percebendo sua agitação, digo:
- Ricardo, relaxa cara. Pega uma cerveja gelada.
Ele vai até a cozinha, abre a geladeira, ouço o estouro do lacre e umas goladas desesperadas. Ele para no corredor, me olha e diz:
- Cara, isso morre aqui. Ninguém pode saber disso.
- Porra! Claro! Segredo nosso... morre aqui... relaxa!
Ele dá um meio sorriso, lata na mão, e sai pela porta. Eu fico ainda uns bons minutos sentindo o cheiro daquele homem no meu corpo. Passo aos dedos no meu cu e percebo o estrago feito por aquela rola. Estico o braço e pego a camisinha e vejo uma bela quantidade de leite que Ricardo deixou.
Essa foi a única vez que trepamos e por incrível que pareça depois desse dia era raro nos encontrarmos no elevador, e as poucas vezes que aconteceu,ou eu ou ele estávamos acompanhados. Com o tempo vi que ele engatou um namoro sério com uma coroa, e ai só o via correndo na praia. Depois de uns anos mudei de lá

sexta-feira, 24 de junho de 2016

CONTO: O Frentista roludo


Estava um belo dia sem saindo do trabalho e pegando o trânsito caótico de são Paulo. Dirigindo de boa, ouvindo música para não me estressar. Mas o trânsito estava muito parado e notei que o carro estava sem gasolina, já estava a 2 horas no trânsito, com fome e com vontade de ir ao banheiro. Avistei um posto de gasolina e entrei para abastecer e suprir minhas necessidades, encostei o carro na bomba e logo veio um homem grande, um pouco acima do peso, mas simpático e com aspecto de limpo. Entreguei a chaves do carro, pedi para completar o tanque e fui a loja de conveniência comer algo e ir ao banheiro. Quando saiu do banheiro que ficava em uma porta ao lado do posto, lá estava o frentista com minha chave na mão e dizendo que precisava usar o banheiro, dei passagem para ele e ele passou se roçando em mim, senti algo duro passando na minha bunda, senti um frio na barriga, fui lavar minha mão na pia q fica ao lado da porta e notei que o frentista deixou a porta meio aberta, ele estava de pau duro e mechia no seu membro, deu uma olhada pra trás e me viu olhando, deu uma risadinha e eu meio sem jeito, sai dali e fui para a loja, comi um salgado e aproveitei para esperar o trânsito melhorar um pouco. Já era umas 22 horas e decidi pagar minha conta. Fui passar meu cartão e nada de passar e só tinha cartão, o caixa me indicou a tentar passar na outra máquina direto com o frentista, fui ao encontro do frentista e nada de passar o cartão. Na hora me bateu um certo desespero, estava ainda longe de casa e só tinha o cartão e o sistema estava com problemas.

O frentista vendo meu desespero encostou perto de mim e falou que se eu quisesse ele podia fazer um esquema no sistema e eu não precisaria pagar. Eu já notando sua malícia tentei me fazer de desentendido e falei mas por que você faria isso por mim. E ele chegou ainda mais perto e com sua mão grande deu uma bela apertada na minha bunda e sussurrou no meu ouvido: - Vi como voce ficou olhando pra minha pica seu safado e to louco pra fuder seu rabo gostoso.
Minhas pernas tremeram, e fiquei sem fala, e ele me fala ao pé do ouvido para eu ir em direção ao banheiro tem uma outra porta de um escritório e era pra eu esperar ele lá na porta, pois ele ia fazer seu intervalo. Obedeci, com medo mas com mto tesão, aguardei por uns 5 minutos e vem ele, sem dizer uma palavra, abriu a porta me puxou pra dentro, trancou a porta e sem deixar eu nem falar nada já foi me encochando e beijando minha nuca, ele tinha mta pressa e foi logo puxando minha calça e apertou minhas nadegas me fazendo gemer baixinho e logo disse:- Sabia que era uma vadia.
Ele disse que para pagar a conta teria que satisfazer ele que nem uma puta.

Ele sacou sua rola pra fora e mandou eu chupar, ajoelhei na sua frente e comecei a chupar, era grande e grossa, mto dura, e com muitas veias, seu pau latejava e ao mesmo tempo q eu chupava ele ia fodendo minha boca me fazendo babar bastante, não demorou muito e senti seus jatos quente de porra na minha boca, lambi e bebi tudo feito uma putinha, logo ele me levantou e me apoiou de bruços na mesa do escritório com meu rabo pra cima, ele segurou firme minha bunda abrindo meu cuzinho e começou a chupar meu cu loucamente, eu já gemia feito uma vadia, eu já implorava por pica, e ele sem dó segurou minha boca e meteu bem fundo me fazendo gritar, mas abafado pela sua mão, começou a bombar sem parar, a dor passou e restou ao o prazer de ser arrombado por aquele macho, me fodendo que nem um animal, me fudeu por uns 15 minutos e gozou muito no meu cuzinho, ficou um tempo em cima de mim, mandou eu me vestir e ir embora e disse que eu havia pago mto bem minha dívida. Me vesti com as pernas tremolas e fui pra casa com o cu cheio de porra. Foi delicioso.

ACABADO COM O NOVINHO SAFADO

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Está mais fácil ser gay hoje em dia?


“Saí do armário” para os meus amigos em Novembro de 2001. Naquela época, apesar de ter crescido com poucos referenciais positivos sobre a homossexualidade eu já podia contar com alguns portais de internet voltados para o segmento, com boates gay, com a revista G Magazine – que eu comprava escondido em uma banca longe de casa  – e até com o seriado Queer as Folk colocando a sexualidade como assunto principal. Não era fácil, mas tive esses privilégios – tanto por questões de classe quanto de idade, já que a situação dos que vieram antes de mim era muito diferente. A dos que vieram depois então, nem se fala!

Continue lendo em Revista Forum

FODA GOSTOSA GOIASxBAHIA

domingo, 19 de junho de 2016

TATUADO METENDO NO NAMORADO

SEXO NA CONSTRUTORA

Paises onde a Homossexualidade é crime


RELACIONAMENTO ENTRE HOMENS


RELACIONAMENTO ENTRE MULHERES 
 

Fonte: Terra

Lésbica conta como é viver com a namorada no Irã, onde ser gay é ilegal




77 países ainda existem leis que punem, até com pena de morte, qualquer "conduta homossexual". Um deles é o Irã, onde alguém condenado por cometer um ato homossexual pode receber a pena capital. Lá, ser gay pode ser motivo de grande tensão nas relações familiares. Sara* tem 23 anos e, há quatro, vive com sua namorada. Ela e sua mãe, com quem as duas moram, contaram à BBC as dificuldades que enfrentam em suas vidas.

Confira o depoimento de Sara e a matéria completa no site: uol.com.br