sexta-feira, 24 de junho de 2016

CONTO: O Frentista roludo


Estava um belo dia sem saindo do trabalho e pegando o trânsito caótico de são Paulo. Dirigindo de boa, ouvindo música para não me estressar. Mas o trânsito estava muito parado e notei que o carro estava sem gasolina, já estava a 2 horas no trânsito, com fome e com vontade de ir ao banheiro. Avistei um posto de gasolina e entrei para abastecer e suprir minhas necessidades, encostei o carro na bomba e logo veio um homem grande, um pouco acima do peso, mas simpático e com aspecto de limpo. Entreguei a chaves do carro, pedi para completar o tanque e fui a loja de conveniência comer algo e ir ao banheiro. Quando saiu do banheiro que ficava em uma porta ao lado do posto, lá estava o frentista com minha chave na mão e dizendo que precisava usar o banheiro, dei passagem para ele e ele passou se roçando em mim, senti algo duro passando na minha bunda, senti um frio na barriga, fui lavar minha mão na pia q fica ao lado da porta e notei que o frentista deixou a porta meio aberta, ele estava de pau duro e mechia no seu membro, deu uma olhada pra trás e me viu olhando, deu uma risadinha e eu meio sem jeito, sai dali e fui para a loja, comi um salgado e aproveitei para esperar o trânsito melhorar um pouco. Já era umas 22 horas e decidi pagar minha conta. Fui passar meu cartão e nada de passar e só tinha cartão, o caixa me indicou a tentar passar na outra máquina direto com o frentista, fui ao encontro do frentista e nada de passar o cartão. Na hora me bateu um certo desespero, estava ainda longe de casa e só tinha o cartão e o sistema estava com problemas.

O frentista vendo meu desespero encostou perto de mim e falou que se eu quisesse ele podia fazer um esquema no sistema e eu não precisaria pagar. Eu já notando sua malícia tentei me fazer de desentendido e falei mas por que você faria isso por mim. E ele chegou ainda mais perto e com sua mão grande deu uma bela apertada na minha bunda e sussurrou no meu ouvido: - Vi como voce ficou olhando pra minha pica seu safado e to louco pra fuder seu rabo gostoso.
Minhas pernas tremeram, e fiquei sem fala, e ele me fala ao pé do ouvido para eu ir em direção ao banheiro tem uma outra porta de um escritório e era pra eu esperar ele lá na porta, pois ele ia fazer seu intervalo. Obedeci, com medo mas com mto tesão, aguardei por uns 5 minutos e vem ele, sem dizer uma palavra, abriu a porta me puxou pra dentro, trancou a porta e sem deixar eu nem falar nada já foi me encochando e beijando minha nuca, ele tinha mta pressa e foi logo puxando minha calça e apertou minhas nadegas me fazendo gemer baixinho e logo disse:- Sabia que era uma vadia.
Ele disse que para pagar a conta teria que satisfazer ele que nem uma puta.

Ele sacou sua rola pra fora e mandou eu chupar, ajoelhei na sua frente e comecei a chupar, era grande e grossa, mto dura, e com muitas veias, seu pau latejava e ao mesmo tempo q eu chupava ele ia fodendo minha boca me fazendo babar bastante, não demorou muito e senti seus jatos quente de porra na minha boca, lambi e bebi tudo feito uma putinha, logo ele me levantou e me apoiou de bruços na mesa do escritório com meu rabo pra cima, ele segurou firme minha bunda abrindo meu cuzinho e começou a chupar meu cu loucamente, eu já gemia feito uma vadia, eu já implorava por pica, e ele sem dó segurou minha boca e meteu bem fundo me fazendo gritar, mas abafado pela sua mão, começou a bombar sem parar, a dor passou e restou ao o prazer de ser arrombado por aquele macho, me fodendo que nem um animal, me fudeu por uns 15 minutos e gozou muito no meu cuzinho, ficou um tempo em cima de mim, mandou eu me vestir e ir embora e disse que eu havia pago mto bem minha dívida. Me vesti com as pernas tremolas e fui pra casa com o cu cheio de porra. Foi delicioso.

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