sexta-feira, 1 de julho de 2016

CONTO: O "paizão" bem dotado e o novinho safado

Meus pais não podiam nem sonhar o que eu andava aprontando com meu cunhado.
Até então, só dois homens tinham me comido: meu cunhado, Felipe, e o Lucas, o garoto crente que perdeu a virgindade me comendo. Dos dois, é claro que era muito melhor trepar com o Felipe. Macho mais velho, que sabia como enlouquecer meu rabinho.
Foi então que eu comecei a entrar em chats gays, mais por curiosidade e pra "aprender" como eram as coisas. E foi num desses chats que eu conheci um novo macho.
Seu nick era "CasadoCurioso", mas quem ficou curioso fui eu. Acho que é mais gostoso dar pra caras casados, como meu cunhado. Apesar do meu jeito de garoto inocente, eu sinto prazer ao saber que o macho está enganando a esposa comigo. Me sinto mais puta.
Meu nick era "GarotoSapeca", e ele veio puxar conversa. Teclamos um bom tempo. Disse que seu nome era Sérgio, tinha 42 anos. A idade do meu pai! Isso me excitou muito. Também disse que era casado e tinha um filho da minha idade. Nunca tinha tido relações homossexuais, mas tinha curiosidade de comer um cu. Pediu para eu ligar minha câmera, e quando apareceu a imagem, eu quase desmaiei de tesão. Sérgio estava nu!
Macho barbudo, cara másculo, peitoral forte e peludo, uma barba espessa e uma barriguinha de paizão. Mas o que mais me surpreendeu foi seu pau. Meu Deus, que pica!
Um pau reto, comprido, e acima de tudo grosso, muito grosso. A primeira coisa que eu pensei foi: "Será que eu aguentaria essa tora no meu bumbum"?
Ele pediu pra ver minha bunda, mas eu fiz charminho, disse que tinha vergonha. Isso o deixou ainda mais excitado. Ele disse que sua mulher estava viajando com o filho, e que ele tinha vontade de me comer, mas tinha medo. Eu, que já estava decidido a tentar, disse que toparia ir na sua casa. Acabamos marcando o encontro pro dia seguinte.
Cabulei aula para encontrá-lo. Casa de gente rica, num bairro chique. Cheguei na porta com as pernas tremendo. Afinal, uma coisa era dar pra meu cunhado. Outra era dar pra um homem que eu nem conhecia. Mas o tesão falou mais alto.
Ele veio abrir a porta. Que homem! Macho parrudo, voz grossa. Estava mais nervoso que eu. Me convidou pra entrar e me serviu um refrigerante. Começamos a conversar, nós dois travados, sem saber por onde conversar. Em matéria de sexo homossexual, por incrível que pareça, eu tinha mais experiência que ele. Eu percebi que se fosse rolar foda, eu teria que tomar a iniciativa. Ele disse:
- Pô, que loucura nós dois aqui...
Eu engoli o último gole de refrigerante e disse:
- Pois é... mas eu gostei do que vi pela câmera.
Ele deu um sorriso tímido. Então eu pedi:
- Deixa eu ver o seu pinto?
Fui até a poltrona onde ele estava sentado. Me ajoelhei e abri o zíper e sua calça. Enfiei a mão e tirei de dentro uma verdadeira cobra. Que pinto grosso.
- Sérgio... seu pinto é tão grosso... eu nunca peguei num pau assim.
- Gostou?
- Muito...
Dei a primeira lambida na cabeça, e na mesma hora ele gemeu de prazer. Abri a boca o máximo que pude e comecei a mamar. Aquele pau foi endurecendo na minha boquinha e ficando enorme. Ele gemia, adorando minha mamada.
- Ai que delícia... aiiiiii tesão....
Ele tirou o pinto da minha boca e se levantou. Pensei que ele fosse desistir, mas foi o contrário. Ele me beijou, deliciosamente. Aquela barba me espetava, mas isso era excitante. Beijos faminto, parecia me engolir. Nossas roupas foram caindo no chão, e quando vi, eu já estava só de cuequinha, e ele completamente nu.
Então, de surpresa, ele me pegou no colo. Eu me senti uma verdadeira menininha sendo carregada pelo seu macho. Sem dizer nada, ele foi comigo para o quarto, o mesmo quarto onde ele dormia com a esposa e me jogou na cama. Na cômoda havia um porta retrato com uma foto de sua mulher e de seu filho. O garoto devia ter mesmo a minha idade.
Sérgio me deu um banho de língua. Mamou meus peitinhos carnudos, o que me faz delirar de prazer. Eu gemia como putinha. Estar com um homem estranho me deu medo no começo, mas agora isso me dava mais tesão. Eu não tinha vergonha nenhuma de virar uma vadiazinha pra ele.
- Mama... mama meu peitinho, meu macho....
Aquela barba percorria meu corpo. Beijos quentes e molhados. Eu me virei de bruços. Ainda estava de cuequinha, que ele tirou, exibindo meu bumbum carnudo e guloso. Sérgio pirou:
- Puta merda.... que bundona gostosa! Delícia!
Eu empinei minha bunda, e abri as nádegas com as mãos. Nunca me sentira tão puta. Nem dava pra acreditar que pouco tempo atrás eu era virgem e bobinho. Chamei meu macho:
- Vem.... vem que meu bumbum é seu!
Ele caiu de língua. Ao sentir sua língua e sua barba no meu anelzinho, eu gritei de prazer. Naquela casona eu podia gemer alto, à vontade, sem medo de ser ouvido.
- Aiiiii... isso... chupa o cu do teu novinho.... ai, Sérgio... que língua gostosa! Ahhhhhhhhhhhhh...
Ele chupava, mordia, estava louco de desejo. Se no começo ele estava mais tímido que eu, agora já tinha virado um macho selvagem. E eu estava adorando. Ele disse:
- Tua bunda é uma delícia, Eduardo!
- É mais gostosa que da tua mulher?
- Muito mais!
Eu olhava a foto da mulher dele no porta retratos e isso me excitava. Pensava: "To dando pro teu marido, sua otária!"
Sérgio se levantou e foi até o criado mudo. Prevenido, ele já tinha comprado camisinhas e lubrificante.
- Você aguenta essa pica no cu?
- Vou tentar... é muito grosso, mas eu quero tentar.
Ele encapou o bicho. Parecia que a camisinha ia estourar. Lambuzou meu rabinho com lubrificante, assim como seu pau. Começou a passar a vara no meu rego. Parecia um porrete. Eu estava de bruços e a primeira tentativa de penetração não deu certo. Tentamos de ladinho, mas também não entrava. Eu fiquei nervoso, achei que não ia entrar. Ele então me virou de frango assado.
- Deixa o cuzinho bem relaxado... deixa...
Eu tinha medo, mas o tesão falou mais alto:
- Vem, meu macho... come teu novinho.
Demorou. Mas a cabeça venceu a resistência do anelzinho. A dor era terrível.
- Quer que eu pare - ele perguntou.
- Não... vai devagarinho que eu vou acostumar.
Entrou mais um pedaço de pinto. Eu sentia minhas pregas estourando. Mas estava gostando. Naquela posição eu podia ver a expressão de tesão dele. O pau foi entrando, me rasgando, me arrombando. Ele deixou a pica lá dentro, e esperou. A dor foi passando. E logo veio o prazer.
- Eu não acredito que eu to comendo um garoto da idade do meu filho...
- Então vem, papai... vem papaizinho... me come!
Ele começou a bombar, devagarinho. O tesão que eu sentia era indescritível. Uma pau enorme de grosso preenchia meu cu. Eu comecei a gemer como cadelinha. Sérgio estava louco de prazer.
- Que cu gostoso! Apertadinho.... ahhhhhhhhh...
- Mete... enfia em mim...
- Você é a putinha do papai, é?
- Sou... e eu, sou mais gostosa que tua mulher?
- Muito mais.... muito mais!
As bombadas ficaram mais intensas. Ele socava mesmo, pra valer. Eu não tinha mais pregas. Meu pintinho estava duro, e eu comecei a sentir um calor subindo pelo meu corpo. Por mais que aquele pau fosse enorme, eu ainda tive coragem de pedir:
- Vem...me fode!
Ele acelerou ainda mais. Eu quase desmaiei de prazer, e então aconteceu algo novo pra mim: Senti um orgasmo chegando e gozei, sem tocar no meu pau! Era maravilhoso!
- Aiiii... aiiiiiiiiii vou gozarrrrrr........
Do meu pintinho começaram a jorrar jatos de porra. Eu me sentia fêmea. Vendo aquilo, Sérgio não resistiu:
- Eu vou gozar, caralho.... vou gozar....
Eu estava quase desfalecido de prazer, mas ainda tive forças pra dizer:
- Na boca... na minha boquinha...
Ele tirou o pau do meu cu. Sacou a camisinha e apontou aquele canhão pra minha boca. Eu abri e fiz "Ahhhhh" e a porra do meu macho começou a sair. E quanta porra!
Foram vários jatos. O primeiro veio no meu nariz, mas o resto foi direto pra minha boquinha. Eu estava amando aquilo. Engoli até a última gota daquele leite grosso.
Depois disso, exaustos e suados, ficamos abraçados. Deitei minha cabeça naquele peito peludo e suado. Eu nunca me senti tão puta. Acabamos adormecendo, como dois amantes. Quando acordamos ele quis me comer de novo, mas meu cu não suportaria outra trabucada. Acabei chupando eu pau e bebendo outra dose do seu leite.
Quando voltei pra casa, eu não parava de pensar no que tinha feito. Tinha provado um novo macho casado, dotadaço e tinha bebido seu leite. Apesar da minha pouca idade, eu já me sentia uma puta.
Eu ainda teria um novo encontro com ele. Mas isso fica pra um outro conto.

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